quarta-feira, 5 de setembro de 2007

"Vento"

É ser sincero e não olhar nos olhos.
Mesmo que lhe pareça fragil e duvidoso, tudo é tão concreto e sincero.
E você nem vê!
Não por não olhar nos olhos, mas pelo simples fato de que a distância não os deixa ver.

Chega e some como o vento que não pede licença nem se despede.
Me faz um moinho de vento, triturando meus sonhos mesquinhos e sentimentalóides, com esse seu sopro de quem não quer nada, mas que por trás é ventania forte.
Tempestade!
Que some e deixa o crespusculo no fim da tarde.
Viagem errada, sem volta.
Até que o vento pare e o tempo traga outras boas novas!



Humor: duvidoso!
Bjo na virilha!

2 comentários:

J. disse...

é, ele pode trazer o caos e a confusão... mas... nada melhor do que SER o vento...

ou voar, com ele

e, se vc pensar num tufão para me responder, eu lembro q a morte nao precisa ser feia... hahahahaha

boa sorte.

Capitain Giuseppe Mandragon disse...

Fale a verdade...
você escreveu essas palavra pra mim né Barba Ruiva, ou melhor por mim!!!!
hehehe
bjus